Panificadoras potiguares investem em energia solar e conseguem economia de até 50%

Além de fortalecer imagem da empresa por contribuir com a redução do impacto ao meio ambiente, energia limpa gera outro diferencial competitivo: redução nos custos fixos.

Empreendimentos do setor da panificação têm investido na geração de energia solar como alternativa aos padrões tradicionais no Rio Grande do Norte. Além de fortalecer a imagem da empresa por contribuir com a redução do impacto ao meio ambiente, esse tipo de energia gera outro diferencial competitivo: redução nos custos fixos do empreendimento e a possibilidade de oferecer preços mais justos aos clientes.

Por ser uma fonte sustentável e econômica, o sistema solar fotovoltaico – que transforma a luz do sol em energia para o uso comum – está na mira dos panificadores do estado e é aposta certa para inovação. Embora os equipamentos necessários à instalação ainda sejam de alto custo, os empreendedores garantem que o investimento é válido, já que o sistema de painéis solares atua de modo independente e não está sujeito à elevada carga tributária ou à variação das tarifas de eletricidade.

Além disso, recentemente, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES) anunciou uma linha de crédito permanente para apoiar investimentos em fontes de energia renováveis. Esses incentivos governamentais também têm sido propulsores para a adoção de tecnologias sustentáveis. No caso da Padaria Brasil, estabelecimento centenário localizado em Macaíba, na Grande Natal, a adesão ao sistema aconteceu há pouco mais de dois anos. Embora planejado há mais tempo, Pedro Messias da Cruz (75) estudou o processo de transformação da empresa e aguardou o momento oportuno para o investimento.

“Consegui um crédito junto ao Banco do Nordeste e, desde então, venho pagando o financiamento, que é regressivo. O valor da mensalidade do crédito chega à metade do que eu estaria pagando hoje na conta de luz”, assegura Pedro Messias. A economia, que chega a 50% de redução nos custos mensais, é ainda maior após a quitação do investimento. Depois, a única taxa que continua sendo paga à Companhia Energética do Estado (Cosern) é a tarifa mínima, que não chega a R$ 70. Além de gerar energia para a própria empresa, o excedente é doado para a Cosern, que faz uso do provento sem retorno monetário à padaria.

A tecnologia para o setor tem se tornado cada vez mais eficiente e acessível. Os empresários alegam que essa iniciativa pode refletir diretamente no bolso do cliente, por garantir maior rentabilidade para a empresa e, consequentemente, a expansão do setor.

Em Natal, a Panificadora Rainha também aposta na instalação dos painéis solares para produção de energia fotovoltaica. Apesar de o sistema ainda estar sendo implementado, a expectativa é de “excelentes” resultados para a padaria. “O incentivo veio após uma palestra promovida pela Associação dos Panificadores do Estado (AIPAN). Ainda estamos na fase de investimento, mas não tenho dúvidas dos benefícios para o negócio: reduz custos, ajuda ao meio ambiente e ainda valoriza o empreendimento”, fala com o empresário Pedro Ney Pentes, proprietário da panificadora.

Fonte: G1

Conta de luz cairá com energia solar e fim de “gatos”, aponta Ibaneis

Após reunião com ministro da área, governador eleito disse que pretende investir em placas solares em regiões de baixa renda

O governador eleito Ibaneis Rocha (MDB) apontou nesta quarta-feira (14/11) que é possível reduzir a conta de luz no Distrito Federal. A proposta é acabar com os “gatos” e investir em placas solares em áreas de baixa renda “para que a gente tire um peso dessa sobrecarga de pagamento que existe nas classes média e alta”. “Não existe almoço grátis. Quando há distribuição e não há o pagamento, alguém está pagando por essa energia”, disse.

O emedebista se reuniu nesta quarta (14) com o ministro de Minas e Energia, Moreira Franco. De acordo com Ibaneis, foi colocada à disposição do DF uma linha de financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) com juros baixos. “Quanto mais a gente levar condições para que as classes mais pobres possam pagar menos, vamos ter uma energia mais barata para a população de alta renda”, disse.

O emedebista afirmou que o futuro diretor-presidente da CEB Distribuidora, Wander Azevedo, entrará em contato com o ministério a fim de dar andamento às articulações. “Vamos colocá-lo em contato para que agilizem esses projetos, principalmente no Pôr do Sol, no Sol Nascente e demais áreas de baixa renda”, destacou.

 

Interbairros
No encontro com Moreira Franco, também entrou em pauta o projeto Interbairros, que prevê a construção de uma via expressa entre o Setor Policial Sul, no Plano Piloto, e Samambaia. A proposta prevê a alteração das linhas de transmissão. “Vim pedir um empenho no sentido de nos ajudar em relação à Aneel e à Furnas no que diz respeito à autorização para o aterramento dos cabos”, disse.

O emedebista afirmou que pretende iniciar as obras entre abril e maio e 2019. O aterramento tem custo previsto em R$ 500 milhões, mas de acordo com Ibaneis, a obra será bancada pela negociação dos terrenos ao redor da Interbairros. Atualmente, o empreendimento está em um processo de parceria público-privada na qual o consórcio vencedor poderá explorar os lotes ao longo da via.

“A autorização do ministério é fundamental porque ele é quem faz toda a regulação do sistema e o empenho nessa área”, concluiu Ibaneis.

Fonte: Metrópoles

Seminário de energia fotovoltaica apresenta futuro a Janaúba e região.

Um futuro de geração de empregos e oportunidades. Essa é a visão apresentada  pelos palestrantes  que participam nesta quarta feira(07) do seminário de energia fotovoltaica que acontece em Janaúba, no Norte de Minas.

Segundo   dados repassados no encontro por especialistas existem inúmeras possibilidades de ganhos advindos da utilização desse tipo de energia. Para empresas e uso residencial as possibilidades são da redução imediata das contas de energia após a instalação de todo o sistema.

Um empreendimento em  Janaúba que é pioneiro na instalação do painéis para geração de energia solar pagava 12 mil reais por mês de energia na rede da CEMIG.

Depois da  colocação das placas  e todo os equipamentos para a geração de energia a conta  caiu para  cerca de 100 reais mensais. Além disso existe a possibilidade de utilização do excedente de energia para geração de outros recursos. A grande possibilidade macroeconômica para  o norte de Minas no entanto, é o desenvolvimento das redes de distribuição de energia, a instalação de subestações que vão colocar Janaúba e o  Norte de Minas no mapa  nacional de geração  de energia solar.

A expectativa é que só para montagem de toda a rede deverá haver uma geração de 5 mil empregos diretos. E não para por aí. Com o funcionamento  pleno do sistema toda a região poderá ganhar. Ganha a prefeitura que deverá receber impostos advindos da venda de energia no sistema nacional e ganham também proprietários de terra  na região que poderão fechar parcerias com consórcios  que irão explorar a geração de energia fotovoltaica na região.

Já existem informações  de dezenas de contratos que foram fechados com  proprietários que irão ceder terras para implementação das placas de energia em Janaúba . A estimativa é  que  o gasto total  para implementação de todo o sistema com redes, placas e outros aparatos tecnológicos fique entre 10 e 15  bilhões de reais.  Segundo   os palestrantes, a região precisa urgentemente formar profissionais capacitados para trabalhar no setor que será o maior gerador de emprego nos próximos anos na região norte de Minas.

Fonte: Jornal Monte Carlos

Portugal aposta em plataformas flutuantes para capturar energia solar

Com cada vez mais demanda de consumo de energia em todo o mundo, há a necessidade de repensar os métodos de geração de energia atuais. Em Portugal, por exemplo, está surgindo uma proposta bacana: a instalação de plataformas flutuantes em espelhos d’água para captar energia solar — chamadas de Plataformas de Energia Solar Flutuante.

A ideia é começar a construir a novidade depois da finalização do maior parque eólico flutuante na costa de Viana do Castelo, o que deve acontecer em 2019. De acordo com previsões do Banco Mundial, nas próximas duas décadas haverá uma explosão na oferta e demanda de energia solar, em especial por meio dessa tecnologia flutuante.

Esses painéis solares previnem o crescimento de algas nas áreas represadas e também inibem a evaporação em climas mais quentes, prevenindo até 90% dessa evaporação graças à sua estrutura especialmente desenvolvida para esta finalidade. Ainda, a energia solar flutuante não ocupa espaço em terra e, portanto, não precisa de investimentos para a preparação do piso ou do solo para acomodar as estruturas dos painéis.

Já falando em desvantagens, aqui entra o custo. É que plataformas flutuantes e a fiação resistente à água são mais caras do que seriam em painéis terrestres. De qualquer maneira, o investimento vale a pena, porque o custo dos painéis está caindo no país — pioneiro desta tecnologia na Europa.

Entre 2016 e 2017, Portugal criou a primeira central do tipo na Barragem do Alto Rabagão. O sistema tem capacidade de 220 quilowatts no pico e produz 300 MWh por ano. A tecnologia vem apresentando, ainda, vantagens ambientais com a proteção da radiação solar no meio subaquático, com menor proliferação de algas e com redução do efeito eutrofizante, diminuindo as emissões de gases de efeito estufa. Ainda é uma solução mais cara do que painéis instalados em terra, é verdade, mas especialistas já vêm estudando soluções otimizadas para reduzir esse diferencial em um prazo não muito longo.

Assim, espera-se que, em um futuro próximo, vejamos mais e mais plataformas flutuantes de energia solar sendo construídas ao redor do mundo, com espelhos d’água se tornando painéis de captação de energia solar, que converte a luz do Sol em eletricidade por meio da tecnologia fotovoltaica — visando mais eficiência e menos dano para o meio-ambiente.

Fonte: Canaltech

Energia solar ganha força nas pequenas e médias empresas

Além de ser uma fonte sustentável, o sistema fotovoltaico pode reduzir os gastos fixos do seu empreendimento.

O anseio pela independência financeira estimula muitos brasileiros a abrir seu próprio negócio. Dados da pesquisa GEM 2017, o mais recente relatório divulgado pelo Sebrae/IBQP, mostra que o país abriga 49,3 milhões de empreendedores. O crescimento do setor se dá devido ao percentual de profissionais que empreendem por oportunidade, como revelam 59% dos entrevistados do estudo. Entre as áreas de atuação, a maioria opta pelo setor de serviços, compondo 55,8% dos participantes.

Apesar do entusiasmo, os desafios de gerenciar uma empresa são grandes. Alcançar o break-even nos anos iniciais requer um corte de custos inteligente para que negócio não fique refém do lucro. Uma das soluções para isso é o investimento em energia solar como forma de reduzir a conta de luz, uma despesa fixa em qualquer tipo de empreendimento.

Amplamente adotado em países como Alemanha, China e Estados Unidos, o sistema solar fotovoltaico (que transforma a luz do sol em energia para o uso comum) vem conquistando o Brasil. Com a excelente incidência solar do nosso país, o potencial para crescimento dessa fonte é enorme: segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), estima-se que, até 2024, 886,7 mil unidades consumidoras deverão receber créditos dessa energia. Até o momento, quem mais se beneficia do sistema são residências, as quais constituem 80% do mercado. A proposta agora é ampliar a oferta para comércios, indústrias e prédios públicos para o cumprimento da previsão da Aneel.

Vantagens para a sua empresa

Quem pesquisa sobre a instalação de um sistema fotovoltaico geralmente tem a redução de gastos em mente. Embora não haja consenso na porcentagem exata da economia, visto que isso depende de fatores como a média de consumo mensal em cada estabelecimento, é possível poupar até 95% na conta de luz. Isso acontece porque o sistema de painéis solares é independente e não está sujeito à elevada carga tributária ou à variação das tarifas de eletricidade.

Essa dissociação com a rede elétrica do Brasil, fomentada por usinas hidrelétricas, também elimina a dependência das unidades consumidoras em casos de apagão ou outras irregularidades. Nos últimos anos, o país passou por longos períodos de estiagem que comprometeram a produção de energia hidráulica. Além de afetar a população que necessita de luz em casa, o racionamento pode ser avassalador à produtividade das pequenas e médias empresas.

Mesmo com claros benefícios, a energia solar fotovoltaica necessita de alto investimento inicial na compra e na instalação dos painéis. Rotular essa fonte como “cara”, no entanto, é um mito. De acordo com a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), há chances do preço dos equipamentos ser reduzido em virtude das alterações nas políticas dos países fabricantes, que devem abater os subsídios à fonte solar. Já empresas especializadas na área, como a catarinense Topsun, asseguram o retorno total da aquisição em três a seis anos. Após esse período, o rendimento anual é de até 29%, o que corresponde a quase cinco vezes mais que a poupança.

Uma vez implementada, a estrutura tem garantia de no mínimo 25 anos de vida útil e é de fácil manutenção, com pouca necessidade de limpeza. Nas regiões mais úmidas, a própria água da chuva é suficiente para higienizar os painéis. Em caso de uma posterior venda do imóvel, o sistema serve como um ótimo chamariz e valoriza a propriedade.

A energia do futuro

Com o país na rota da inovação, é compreensível que a energia solar esteja na mira dos novos empreendedores. Trata-se de uma fonte totalmente limpa, visto que o sol é um recurso renovável e inesgotável de energia. O fato de não impactar o meio ambiente e trazer uma alternativa segura para as próximas gerações é o que impulsiona os novos leilões de energia do Governo Federal, as isenções de impostos e as novas opções de financiamento, segundo a ABSOLAR.

No ramo empresarial, o selo da sustentabilidade tem grande peso na fidelização de clientes qualificados. A conscientização ambiental é uma das principais características dos consumidores emergentes que compõem a Geração Z. De olho nesse mercado, é pertinente adotar medidas sustentáveis como forma de fortalecer a imagem da empresa e agregar valor à marca. O uso da energia solar, portanto, pode ser uma estratégia interessante de diferenciação da concorrência.

Para quem está montando seu primeiro negócio, investir em um sistema de energia solar fotovoltaica é um passo importante para preparar sua empresa para o futuro. Com ampla experiência de mercado, a Topsun oferece uma série de soluções para todos os tipos de empreendimentos. Entre em contato pelo site e solicite um orçamento.

Estado licita áreas do Castanhão para geração de energia solar

Energia deve ser consumida pela Cogerh e Cagece

O canal adutor do Castanhão que percorre a Região Metropolitana de Fortaleza deve ter parte de suas margens cedidas à iniciativa privada para a geração de energia solar. Um edital foi lançado, em português e inglês, pela Secretaria de Recursos Hídricos (SRH) para que uma empresa possa instalar o equipamento e gerir o sistema. Ao todo, o trecho possui 256 quilômetros (km) de extensão, sendo  sendo 201 km, do açude Castanhão até o açude Gavião, mais 55 km (Trecho 5) até as imediações do Porto do Pecém.

A energia gerada, prevista em até 45 megawatts (MW) pico de potência – na modalidade de geração distribuída em módulos de até 5 MW pico -, deverão ser consumidas pela Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos do Ceará (Cogerh) e pela Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece). A primeira deve contar com até 25 MW pico, enquanto a segunda terá até 20 MW pico.

De acordo com o edital, as propostas poderão ser apresentadas até o dia 30 de outubro de 2018 e a divulgação do resultado da seleção ocorrerá em 3 de dezembro de 2018.

Consumo

“A COGERH tem demandado cada vez mais energia elétrica, para utilizar principalmente em suas estações de bombeamento, de maneira a garantir o fornecimento ininterrupto de água à Região Metropolitana de Fortaleza – RMF, aos distritos industriais localizados nos municípios de Pacajus, Horizonte, Maracanaú e ao Complexo Industrial e Portuário do Pecém (Cipp) e às atividades agropecuárias do sistema adutor denominado Eixão das Águas”, justifica o documento tornado público pela SRH no último dia 16.

A Cogerh deve consumir, segundo previsto no edital, 2.705 MWh por mês. “Vale ressaltar que estão destacados para este estudo as unidades da Cagece na modalidade de Baixa Tensão, visto que atualmente são as unidades que possuem o maior preço médio por MWh”, ressalta o texto.

Aproveitamento das áreas

Para tornar viável essa geração de energia, devem ser desapropriadas faixas laterais de 100 metros a partir do eixo do canal. “Vislumbra-se, portanto, como forma de aproveitamento produtivo, considerando a disponibilidade das faixas desapropriadas de 100 (cem) metros de cada margem do canal, a utilização de 70 (setenta) metros de cada margem para a geração de energia fotovoltaica, observando os princípios de sustentabilidade socioambiental”, detalha o edital, acrescetando ainda que “considerando ainda, que as áreas expropriadas sofrem frequentes ações invasivas, o uso dessas áreas possibilitaria, como benefício adicional, a segurança territorial do canal nos trechos em que o projeto for implementado”.

Critérios

As empresas ou consórcios interessados em disputar essa geração deverão corresponder aos seguintes critérios: experiência específica relacionada ao serviço, relevância das pesquisas ou avaliações realizadas, qualificação e competência da equipe chave para o serviço e qualificação da metodologia e plano de trabalho.

Desenvolvimento de energia solar na China é destaque, apesar de dificuldades

A China possui capacidade de geração de energia solar como nenhum outro país, detém uma produção total 130 gigawatts. Com todo o investimento capital e científico que o Brasil vem fazendo neste setor de energia a soma produzida não chega a 2 gigawatts. O campeão de tecnologia solar abriga muitas fazendas solares, entre elas a maior fazenda solar do mundo, localizada na região do deserto de Tengger, com capacidade de produzir 1.500 megawatts. O mercado Mais de 60% dos painéis solares do globo são produzidos em terras chinesas, segundo a Agência Internacional de Energia (IEA). O que faz o governo garantir que a grande demanda desses equipamentos seja real, já que existe um considerável interesse econômico. A IEA afirma que a China cumprirá sua meta de capacidade de gerar energia solar em 2020, três anos antes do previsto pelo país. Outro ponto é o aumento de recursos de energias renováveis, uma vez que limpar a matriz energética da China é um objetivo fundamental de política pública em um país em que cerca de 75% da eletricidade é proveniente da queima de carvão. Empecilho geográfico Construir fazendas solares gigantes em meio ao nada possui desvantagens. Cerca de 94% da população chinesa vive na porção leste do país, enquanto apenas 6% habita a região oeste, onde o potencial energético tem maior capacidade. Muitos dos painéis solares estão localizados no lado opostos aos grandes centros que precisam, de fato, deles. O que faz com que o “fator de capacidade”, ou seja, a energia que realmente é utilizada pela população, seja baixa. Pouco menos de um sexto do que é produzido é realmente usado. Os motivos para esse baixo fator de capacidade incluem a falta de controle sobre o clima e a energia perdida no caminho, traçado por quilométricas linhas de transmissão, que conectam as distantes fazendas solares aos locais que precisam da eletricidade.

Fonte: Suno Notícias  

Com investimentos em energia solar, Brasil pode economizar até R$ 7 bilhões na conta de luz em 5 anos

A energia solar segue em expansão no Brasil que é responsável pela geração de energia limpa e sustentável, além da diversificação da matriz elétrica do país. Segundo informações da Organização das Nações Unidas (ONU), em 2017, os investimentos em energia solar marcaram um recorde de 18% a mais em comparação com o ano de 2016. A energia solar foi a fonte de energia que mais recebeu investimentos. Segundo o relatório publicado pela ONU, foram mais de US$ 160,8 bilhões de recursos.

Estudos apontam que muitos fatores contribuíram para o expressivo crescimento, porém, os principais são: redução de 75% no preço da energia solar fotovoltaica nos últimos 10 anos e o aumento constante da energia elétrica comum, que acumula uma alta de 499% desde 2012. O investimento em energia solar oferece grande economia nos gastos com energia. Em cinco anos, o Brasil pode economizar até R$ 7 bilhões na conta de luz!

O Brasil possui mais incidência solar do que países como Alemanha, China e Estados Unidos da América. São 5,4 quilowatt-hora por metro quadrado, porém, a instalação de geração fotovoltaica é considerada muito pouca pelo potencial do País, que possui até o momento apenas 1 gigawatt. O crescimento da energia solar é liderado por instalações em residências (80%), no entanto, comércios, indústrias e prédios públicos também fazem parte e contribuem para essa expansão. De acordo com dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), estima-se que, até 2024, 886,7 mil unidades consumidoras irão receber créditos dessa energia e, assim, totalizar uma potência instalada por volta de 3,2 gigawatt.

A Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) afirma que a contratação da energia solar é uma ótima opção para reduzir a conta de luz da população brasileira, ainda mais com os incentivos que estão surgindo atualmente, como, por exemplo, os novos leilões de energia do Governo Federal, isenções de impostos e financiamento para energia solar.

O Brasil possui uma das matrizes mais renováveis do mundo, com aproximadamente 75% de fontes renováveis na oferta de energia elétrica. Percebendo a importância da energia solar, muitos projetos incentivadores estão sendo criados até mesmo pelo Governo para o desenvolvimento dessa fonte de energia no país. A partir da concessão de incentivos, a procura e adesão da geração solar fotovoltaica fica nitidamente maior.

De acordo com dados apresentados pela Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), o Brasil possui quase 40.000 sistemas de mini ou micro geração distribuída, sendo que mais de 99% ocorrem por meio de instalações de placa solar ou painel solar. A capacidade solar do Brasil, junto ao constante crescimento, pode levar o país a ser uma referência mundial neste segmento! Para saber mais informações e notícias sobre essa fonte de energia e seus inúmeros benefícios, acesse o Portal Solar, maior web site do setor no Brasil. Saiba como adquirir placa solar e painel solar e até mesmo como solicitar um financiamento para energia solar.

Fonte: Exame

Banco de rua carrega celulares com energia solar e monitora arredores

Bancos de rua com tomadas USB e câmeras estão sendo instalados em algumas cidades da Europa, como Bratislava, na Eslováquia. Um deles, chamado Steora, tem um sistema de captação de energia solar e várias outras funções, como medir a qualidade do ar.

A energia usada para recarregar celulares vem do sol: há conectores nas laterais e um ponto para aparelhos de carga sem fio. Segundo o fabricante, a absorção de energia solar é possível mesmo enquanto há pessoas sentadas no banco.

O aparato oferece ainda conexão wi-fi e pode ter uma tela na lateral, para exibir anúncios ou alertas públicos.

O Steora também se propõe a ser uma ferramenta de monitoramento: há espaço para receber até quatro câmeras para monitorar o que se passa ao redor e sensores para registrar a temperatura, a umidade do ar e o nível de chuva do local.

O Steora foi criado pela Include, uma start-up da Croácia, e tem unidades em cidades como Budapeste, Praga, Dubai e Estocolmo.

Embora seja um banco diferente dos outros, não fica claro logo de cara que ali há serviços como recarga e wi-fi. Nas cinco vezes em que o autor deste blog passou por eles nas ruas, em apenas uma havia uma pessoa usando a tomada.

Depois do wi-fi público se tornar comum em várias praças, assentos com carregadores podem ser uma boa ideia pra facilitar a vida de quem usa muito o celular na rua.  E bancos normais, daqueles sem tecnologia, também fazem falta nas calçadas de muitas cidades do Brasil.

Banco do Brasil escolhe MG para projeto de energia solar

Em parceria com a EDP, o Banco do Brasil passará a contar com uma usina de captação de energia solar. O local escolhido é Januária, no Norte de Minas. A energia gerada nas instalações de 150 mil metros quadrados vai ajudar a abastecer 58 agências da instituição financeira no estado. A operação de abastecimento com energia solar deve acontecer ainda em 2019. Já há planos para construir mais duas usinas em Minas, além de Goiás, Distrito Federal, Pará e Bahia. O BB passa a ser o primeiro banco a usar essa fonte em seu negócio.  Com o investimento, a instituição espera reduzir em cerca de R$ 82 milhões, em um período de 15 anos, a sua conta de luz. O valor equivale à economia de 58% nas despesas com energia dessas unidades. Atualmente, segundo dados da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), o Brasil tem 37.107 sistemas solares fotovoltaicos conectados à rede.

RAPIDINHAS
» Um estudo da consultoria Minsait, empresa do grupo espanhol Indra, estima que o potencial econômico de digitalização da indústria global deve representar um mercado de US$ 3,7 trilhões até 2025. Os investimentos em digitalização vão responder pela maior parte dos recursos injetados na chamada indústria 4.0.

» A rede hoteleira americana Aspen Hospitality, operadora das marcas The Little Nell e Limelight, está com segundas intenções no mercado brasileiro. A companhia recrutou o brasileiro Alinio Azevedo, responsável por trazer a canadense Four Seasons ao Brasil. Ele comandará o setor de hotelaria, com a missão de expandir a marca Limelight.

» Maior rede social do mundo, o Facebook está na mira do Ministério Público do Distrito Federal. No início da semana, o órgão anunciou que vai investigar os estragos causados pela falha de segurança da companhia, problema que permitiu que hackers acessassem dados de mais 50 milhões de perfis.

» Em nota, o Facebook afirmou que “adotou ações imediatas para proteger a segurança das pessoas”. A empresa de Mark Zuckerberg (foto) está enfrentando problema semelhante na Europa, onde poderá ser obrigada a pagar uma multa equivalente a 4% das receitas por falhas na guarda das informações de seus clientes.

Novo fundo de investimento na infraestrutura

A gestora de ativos americana Blackrock está de olho na América Latina, especialmente no Brasil. A companhia fechou uma parceria com as fundações Hewlett, da França, Grantham, da Alemanha, e IKEA, da Suécia, para criar um fundo de investimento para incentivar o setor de infraestrutura (foto) nos países emergentes. Segundo Jim Barry, presidente mundial da Blackrock, os detalhes do acordo para formação do fundo serão divulgados no primeiro trimestre de 2019.

Da estrada para os ares

Especializada na venda on-line de passagens rodoviárias, a Quero Passagem vai investir na oferta de tíquetes aéreos. Não que o negócio ande mal. No primeiro semestre, a startup superou o faturamento de todo o ano passado e chegou a uma receita de R$ 20 milhões, com tráfego mensal de 2 milhões de usuários. A ideia é aproveitar a sinergia entre os dois tipos de transporte. A Quero Passagem funcionará como um buscador de viagens aéreas e a operação de venda será fechada pelo Grupo Flytour.

Porto Seguro desconecta

A Porto Seguro Conecta, primeira operadora de telefonia móvel virtual a atuar no Brasil, deve encerrar suas operações nos próximos meses. Um comunicado da operadora TIM, provedora de infraestrutura de rede da Porto Conecta, afirma que haverá a migração de mais de 500 mil linhas. A operação será finalizada somente depois de avaliada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

75%

dos brasileiros temem ter o voto influenciado por fake news, segundo pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil)

“O Waze surgiu porque sempre
estávamos pensando sobre como nós odiamos o trânsito. Precisávamos encontrar um jeito de ajudar as pessoas a escapar daquilo e chegar ao seu destino de forma mais rápida”

. Uri Levine, cofundador do Waze, durante o evento
Premium Partner Meeting & Potencializando 2018, realizado em Campinas (SP).

Fonte: Jornal Estado de Minas