Prince foi patrocinador anônimo de startups americanas dedicadas à energia solar

Antes do falecimento há um ano, o cantor Prince, em 2011, aconselhado pelo amigo Van Jones, comentarista da CNN e assessor sobre empregos ecológicos do ex-presidente Barack Obama, doou secretamente US$ 250.000 para ajudar a desenvolver startups dedicadas à produção de energia solar na Califórnia.

A doação deu origem ao grupo Powerhouse, uma das únicas incubadoras do mercado com foco no fomento à criação de startups especializadas em energia solar, e transformou Oakland, cidade localizada à beira da Baía de São Francisco, em um centro de financiamento de tecnologia limpa.

A Powerhouse já investiu, por meio de financiamento coletivo, milhões de dólares em startups e pretende transformar o sol na fonte de energia mais acessível do mundo.

Na Califórnia, esse objetivo já começa a se concretizar. Além de ser o maior produtor de energia solar dos Estados Unidos, é um dos estados que apresenta os menores custos para a aquisição e instalação de usinas fotovoltaicas.

Foto: Divulgação

EncomSolar é especializada em usinas fotovoltaicas on grid. Você sabe o que isso significa?

Produzir energia limpa, atualmente, é uma das ações que mais refletem nos cuidados com o meio ambiente. E pode começar da própria residência. A EncomSolar, por exemplo, trabalha com a instalação de placas fotovoltaicas que, por processo químico, transforma a energia solar em eletricidade. Isso ainda facilita a vida financeira dos clientes, que podem obter descontos na conta de luz. Esse sistema, conectado à rede elétrica local, é conhecido como on grid.

Existe, ainda, o sistema isolado chamado off grid, cuja instalação e manutenção são mais onerosas, já que utiliza baterias para o armazenamento de energia. Trata-se de um sistema não conectado à rede elétrica, utilizado em locais mais remotos, para pequenas instalações, como cercas elétricas, bombas d’água, postes de luz, etc.

O produtor dessa energia precisa levar em conta o quanto será necessário para o uso, condições climáticas e demanda sobre o sistema. Além disso, as baterias requerem manutenções periódicas, enquanto a vida do sistema fotovoltaico perpassa anos.

On Grid é economia

Interligado à rede elétrica da concessionária de energia local, o sistema on grid permite que o excedente da energia gerada pelo sol seja transmitido para a rede e gere descontos na conta de luz, que deverão ser utilizados em até 60 meses. Caso a energia produzida pelas placas seja insuficiente para o local, a rede elétrica fará a devida compensação.

Os painéis fotovoltaicos, de simples instalação, fazem a captação dos raios solares. Os principais componentes das placas solares são as células de silício. A geração de energia acontece quando os fótons da radiação solar entram em contato com os átomos de silício, provocando a emissão de elétrons, que são as partículas que formam a corrente elétrica. Vem daí a energia fotovoltaica, por isso o nome usinas fotovoltaicas.

Todo esse processo químico acontece no interior das placas, sem gerar barulho, vibração ou emissão de gases. Ao optar pela energia solar, a população reduz a necessidade de usinas termoelétricas (de base fóssil) e a demanda de construção de novas usinas hidrelétricas no país, que exigem o desmatamento e o alagamento de algumas regiões.

Vale ressaltar que, com o aumento das tarifas, o sistema on grid é uma ótima opção para os moradores de locais onde a eletricidade é presente. A energia solar é inesgotável e o Brasil tem grande potencial nessa produção. Existem, também, linhas de financiamento que ajudam na hora de optar pela instalação.

A EncomSolar trabalha há mais de 30 anos no Distrito Federal, com profissionais experientes aqui e na Europa. A instalação é feita em até cinco dias e, na maioria dos casos, não é necessário o cliente se ausentar do local. A usina tem 25 anos de garantia, o que deixa o proprietário seguro sobre a qualidade do equipamento.

Painel solar orgânico produzido no Brasil transforma luz em energia limpa

Fonte: Linkedin

Foram 10 anos de pesquisa para chegar a um material inovador; uma tecnologia considerada disruptiva em todo o mundo e que pode alimentar uma nova indústria inteira em um futuro mais próximo do que a gente imagina – sim, feito no Brasil. O Painel Fotovoltaico Orgânico é constituído de um filme plástico em que tintas a base de carbono impressas têm a capacidade de transformar a luz solar em energia elétrica.

Apesar de toda pesquisa, desenvolvimento e tecnologia por trás, a produção do painel fotovoltaico orgânico é relativamente simples. Prensas similares à de jornais imprimem cinco camadas de tintas no filme plástico: duas intermediárias responsáveis pela criação de elétrons, uma em cima para conduzir as cargas positivas, uma inferior que transporta as cargas negativas, e um terminal metálico que fecha o circuito.

A tecnologia foi desenvolvida aqui em Belo Horizonte, no Instituto CSEM Brasil; um centro de pesquisa aplicada, privado e sem fins lucrativos. Aqui dentro, o foco é desenvolver soluções tecnológicas inovadoras. Por se tratar de algo tão novo em todo o mundo, além das pesquisas, eles também precisaram construir e adaptar algumas máquinas para o processo de impressão.

Em escala laboratorial ou na produção final, tudo acontece em um ambiente extremamente limpo, controlado e, assim, amarelo. Por causa da sensibilidade do material, a iluminação é feita com essas luzes especiais, amarelas. Os cientistas descobriram que a radiação da luz azul interferia na qualidade final do material impresso.

Comparado aos tradicionais painéis fotovoltaicos de silício já existentes no mercado, as diferenças são muitas. O novo painel é leve, flexível, relativamente transparente, fácil de ser aplicado em diferentes superfícies, produzido apenas com materiais orgânicos e, consequentemente, mais sustentável.

A ideia não era criar algo para disputar mercado com os painéis solares já existentes. A pegada é outra; além da preocupação com o meio ambiente, o propósito é a aplicação de painéis solares em situações diferentes, como fachadas de edifícios, coberturas, veículos, capinhas de celular…não há limites.

Ainda assim, quando produzida em maior escala, a previsão é que essa tecnologia orgânica seja até 30 vezes mais barata que os painéis tradicionais de silício. O objetivo da startup que criou a novidade é que, no futuro, possamos ter energia verde em todo lugar. Quem sabe quando chegarmos lá, vamos lembrar com certa ironia de quanto dependíamos das tomadas para gerar energia elétrica.

Brasil tem potencial para ocupar o topo no ranking de energia solar

A cada minuto, nos Estados Unidos, é instalado um sistema de energia solar. Aqui no Brasil, considerado a América do Sol, caso todos instalassem painéis solares nas casas, haveria energia suficiente para atender mais de duas vezes as demandas residenciais. No primeiro país no ranking mundial dos detentores desse segmento, a Alemanha, com 38,250 Megawatts, o potencial de energia fotovoltaica é 40% menor que na região mais ensolarada daqui.

A energia solar é imensurável, fonte abundante, limpa e renovável, presente em mais de cem países. Além dos citados, China, Japão e Itália estão entre os grandes detentores. Em uma hora de energia solar na superfície da Terra é produzida mais do que o planeta utiliza em um ano.

Essa fonte de energia proporciona ainda mais economia para quem opta por tê-la em casa ou nas empresas. A Resolução Normativa da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) nº 482/2012 garante a todos o acesso à microgeração e minigeração distribuída aos sistemas de distribuição de energia elétrica e a compensação, com descontos na conta de luz, provenientes do excesso gerado acima do que foi consumido.

O Brasil possui um conjunto normativo favorável ao desenvolvimento de usinas solares fotovoltaicas. Inclusive, com a resolução nº 687/2015, também da agência, é possível instalar as usinas em condomínios. Ainda, pessoas físicas e jurídicas podem se unir para realizar consórcios.

Benefícios

Com o uso de energia limpa a compensação sai em até 60 meses. O empreendimento conta com múltiplas unidades consumidoras, autoconsumo remoto e simplificação dos processos burocráticos. Além disso, todos os equipamentos, tanto brasileiros quanto importados, possuem selo do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (INMETRO).

O ranking da International Energy Agency’s Trends in Photovoltaic Applications lançou uma lista com os dez países que mais produzem energia solar. O recurso recebe investimentos por gerar economia também nos gastos com petróleo e hidrelétricas. Surpreendentemente, a maioria desses países possuem áreas pequenas, com dificuldade na produção de aparelhos para transformar os raios solares em eletricidade. São eles:

  1. Alemanha – 38,250 Megawatts
  2. China – 28,330 Megawatts
  3. Japão: 23,409 Megawatts
  4. Itália: 18,622 Megawatts
  5. Estados Unidos: 18,317 Megawatts
  6. França: 5,678 Megawatts
  7. Espanha: 5,376 Megawatts
  8. Austrália: 4,130 Megawatts
  9. Bélgica: 3,156 Megawatts
  10. Coreia do Sul: 2,398 Megawatts

Com os serviços da EncomSolar, o cliente pode alcançar até 90% de desconto na conta de luz e o valor é suavizado em cinco a sete anos. A empresa, com atuação em todo o Distrito Federal, trabalha com as melhores placas fotovoltaicas e inversores, com mais de 25 anos de vida útil do sistema. A equipe especializada da empresa tem a experiência de já ter instalado de mais de 4 mil usinas no Brasil e na Itália.

Em seis meses, Brasil dobra número de instalações de painéis de energia solar

Fonte: Época

País bateu na última semana a marca de 10 mil instalações de painéis solares. E poderá passar de 1 milhão em 2024

Aos poucos, a energia solar começa a decolar no Brasil. Dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) mostram que o país concluiu, em abril, a instalação e conexão de mais de 10 mil painéis solares de microgeração de energia. Juntos, eles geram 112 megawatts. Ainda é pouco – basta lembrar que a eólica adicionou à rede, só no ano passado, 2.000 megawatts. Mas mostra que a indústria de energia solar está crescendo. Em outubro de 2016, por exemplo, o país tinha apenas 5 mil painéis solares na rede. Ou seja, o número de instalações dobrou em seis meses.

O crescimento da energia solar no Brasil acontece quase que exclusivamente na modalidade de microgeração de energia. Isso significa que o país não está instalando grandes usinas centralizadas de energia solar, como faz com outras fontes de energia. Em vez disso, uma regulamentação aprovada em 2012 permite que o próprio consumidor instale, no telhado de sua casa, um painel solar e o conecte na rede de energia, trocando sua eletricidade por descontos e compensação na conta de luz.

Segundo Rodolfo de Sousa Pinto, presidente da ENGIE Solar, uma das empresas que trabalham no setor, o avanço da solar deveria ter sido ainda maior no último ano. Tudo estava no lugar certo: já há tecnologia, estrutura normativa e mercado. O que atrapalhou foi a crise econômica. “Quando acontece uma recessão tão forte quanto a nossa, qualquer um pensa duas vezes antes de fazer um investimento. No caso da solar, é preciso fazer um desembolso inicial. A crise reduz o número de pessoas que têm capacidade de fazer esse aporte.” O preço de um painel solar varia, dependendo do local e do tamanho do telhado. Pode chegar, em alguns casos, a até R$ 25 mil, e ainda não há bons instrumentos financeiros para permitir que famílias ou comerciantes financiem esse valor.

Se a indústria solar está crescendo mesmo com uma perspectiva econômica difícil, a expectativa para médio e longo prazo é ainda mais otimista. O custo de instalar painéis deve cair com o ganho de escala, estimulando novas instalações. Segundo uma estimativa da área de Regulação dos Serviços de Distribuição de Aneel, a microgeração distribuída deverá atingir a marca de 1,2 milhão de instalações em 2024. Um milhão de famílias e comerciantes brasileiros usufruindo de energia limpa e barata.

A cada minuto, nos Estados Unidos, é instalado um sistema de energia solar

A cada minuto, nos Estados Unidos, é instalado um sistema de energia solar. No Brasil, caso 100% das casas instalassem os painéis, seria suficiente para atender o dobro das demandas no país. As usinas fotovoltaicas são fonte de energia limpa e renovável. A energia solar está em mais de 100 países, entre eles, Alemanha, China, Japão e na própria América. Esses são os grandes produtores da atualidade. No entanto, como a incidência dos raios solares é maior no Brasil, o nosso país possui  um dos maiores potenciais do mundo para geração dessa energia. O sol é o grande parceiro do brasileiro. Aproveite para economizar. Saiba como com a EncomSolar.

Link: http://www.encomsolar.com.br/

Ônibus elétrico alimentado por energia solar da UFSC já rodou 10 mil quilômetros em primeira fase de testes

Fonte: Notícias da UFSC

 

Inaugurado em dezembro de 2016, o ônibus elétrico alimentado por energia solar, desenvolvido pelo Centro de Pesquisa e Capacitação em Energia Solar da Universidade Federal de Santa Catarina (Fotovoltaica UFSC) em parceria com as empresas Eletrabus, Marcopolo, Mercedes Benz e WEG, já rodou cerca de 10 mil quilômetros ao longo de dois meses de testes no trajeto entre a Universidade e o Sapiens Parque. O veículo realiza cinco viagens por dia, totalmente alimentado pela eletricidade solar gerada nas estruturas do laboratório Fotovoltaica.

“Nos próximos dias, o ônibus passará pela primeira revisão geral de todos os sistemas mecânicos e elétricos, quando será realizado um diagnóstico preciso sobre a operação do veículo”, explica o coordenador da Fotovoltaica, professor Ricardo Rüther.

Está também em fase de desenvolvimento um aplicativo que permitirá à comunidade acadêmica da UFSC reservar seu assento no ônibus por meio de seu telefone celular, da mesma maneira como se faz o check-in para um voo comercial. Após o lançamento do aplicativo, o serviço de deslocamento será oferecido com horários regulares a todos os estudantes, docentes e técnicos-administrativos em Educação da Universidade.

Energia solar e deslocamento produtivo

Toda a eletricidade gerada no laboratório pelos sistemas fotovoltaicos instalados atende ao consumo dos prédios e às recargas do ônibus, com sobra, que é enviada por meio da rede elétrica das Centrais Elétricas de Santa Catarina (Celesc) para ser consumida no campus central da UFSC. Nas simulações feitas pela Fotovoltaica, estima-se que a geração de eletricidade atenda a cerca de 80% do consumo das edificações e das recargas do e-Bus, na base anual, com 20% sendo mandado pela rede da Celesc para o campus da UFSC na Trindade.

O ônibus é parte de um projeto de deslocamento produtivo, com veículos elétricos alimentados por energia solar fotovoltaica – é um ambiente de trabalho, com poltronas confortáveis (somente transporta passageiros sentados), duas mesas de reunião, tomadas 220V e USB, ar-condicionado e rede wi-fi UFSC. Assim, durante o deslocamento entre o campus UFSC Trindade e o Sapiens Parque, realizado em cerca de 30 minutos, os usuários têm um ambiente de trabalho como se estivessem em uma sala da Universidade.

O projeto contou com financiamento de R$ 1 milhão pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e tem parcerias com as empresas WEG, Marcopolo, Mercedes Benz e Eletrabus.

Mais informações:
Ônibus Elétrico
Ônibus elétrico movido a energia solar é apresentado a pesquisadores de Cambridge
Ônibus elétrico: UFSC adota tecnologia do futuro em sua rotina acadêmica

Texto:Mayra Cajueiro Warren Jornalista / Agecom/UFSC

Com informações da FotovoltaicaUFSC

Santander oferece financiamento para projetos de energia solar em telhados

Fonte: Ambiente e Energia

Da Agência Ambiente Energia – De olho na expansão e popularização da instalação de placas de energia solar nos telhados residenciais e comerciais, o Banco Santander está começando a oferecer empréstimos para que os consumidores adotem a tecnologia. Para este ano, o Santander Financiamentos registra até o momento a concessão de empréstimos para aproximadamente 250 projetos de instalação de telhados solares.

“Esse mercado ainda vai explodir, e a gente tem que estar preparado… hoje não tem banco privado colocando dinheiro nesse setor”, afirmou o superintendente do Santander Financiamentos, Newton Ferrer.

A meta do banco é popularizar essa modalidade de financiamentos a ponto de fazê-la sair de uma fatia hoje, praticamente insignificante, para ao menos 10% na carteira total de empréstimos do Santander Financiamentos, excetuando-se as operações com veículos. Essa porcentagem representaria cerca de 50 milhões de reais em financiamentos por mês, ou 600 milhões de reais por ano.

Os clientes que aderiram aos telhados solares com apoio do Santander estão principalmente da região Sudeste e dividem-se entre os do setor comercial, como shoppings e instituições de ensino, e residencial, onde o predomínio é de consumidores com entre 35 e 45 anos, de classe média alta, que adotam a tecnologia principalmente devido a preocupações com sustentabilidade, disse Ferrer.

O banco viabiliza os financiamentos diretamente para fabricantes e fornecedores de equipamentos do setor cadastrados em sua base, que já conta com cerca de 230 empresas, das quais cerca de 70 têm realizado operações recorrentes.

As operações do Santander Financiamentos para pequenos sistemas de energia solar contam com carência de até 90 dias e prazo de até 60 meses para pagamento, com taxas de juros de entre 1,70 por cento ao mês e 2,10 por cento ao mês, a depender do valor e do perfil do cliente.

 

Encom apresenta benefícios da energia solar para órgãos públicos do Distrito Federal

Com o propósito de aumentar o aproveitamento da energia solar em Brasília, a EncomSolar realizou no dia 26 de abril uma reunião com representantes da Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal (SES), NOVACAP e CEB . A empresa busca junto aos órgãos públicos do DF a conscientização sobre o que é melhor, em termos de energia, para a sociedade. “Temos que nos beneficiar do grande potencial que nosso país possui na produção de energia limpa e renovável. Brasília, por exemplo, é famosa por ter um céu azul e Sol durante quase todo o ano. Temos que aproveitar isso”, destacou Paulo Baiocchi, diretor da EncomSolar.

Na ocasião, o coordenador de vendas, Alfredo Valentino, explicou aos convidados as vantagens desse tipo de produção de energia. “O lucro sobre o investimento em usinas fotovoltaicas é grande. Apesar do crescimento acelerado que esse mercado vem experimentando nos últimos anos, há apenas cerca de 9 mil usinas no Brasil. Um número ainda pequeno para tamanho do país”, ressaltou.

Sem burocracia.
O Brasil possui um conjunto normativo favorável ao desenvolvimento de usinas solares fotovoltaicas. Inclusive, com a Resolução da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) nº 687/2015, é possível instalar as usinas em condomínios. Pessoas físicas e jurídicas podem, também, se unir para realizar consórcios.

Entre os benefícios do uso da energia limpa estão a compensação em até 60 meses, empreendimento com múltiplas unidades consumidoras, autoconsumo remoto e simplificação dos processos burocráticos. “No Distrito Federal, passou de três meses para 15 dias o período para aprovação do projeto”, explicou o coordenador.

Os equipamentos, tanto brasileiros quanto importados, possuem selo do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (INMETRO). A atenção deve-se voltar, portanto, ao desenvolvimento de um bom projeto de instalação.

Alguns bancos, conscientes do rendimento no setor, oferecem créditos específicos para o investimento em energia sustentável. Há ainda projetos de financiamento com juros mais baixos para a aquisição de usinas fotovoltaicas, de modo a facilitar o acesso de um maior número de famílias a esse mercado.
“Em 30 anos, cada obstáculo serviu como aprendizado. As empresas precisam, primeiramente, acreditar e depois fazer com que as pessoas entendam como é necessário e vantajoso investir em energia limpa, verde e renovável”, finalizou o diretor Paulo Baiocchi.