Conta de luz cairá com energia solar e fim de “gatos”, aponta Ibaneis

Após reunião com ministro da área, governador eleito disse que pretende investir em placas solares em regiões de baixa renda

O governador eleito Ibaneis Rocha (MDB) apontou nesta quarta-feira (14/11) que é possível reduzir a conta de luz no Distrito Federal. A proposta é acabar com os “gatos” e investir em placas solares em áreas de baixa renda “para que a gente tire um peso dessa sobrecarga de pagamento que existe nas classes média e alta”. “Não existe almoço grátis. Quando há distribuição e não há o pagamento, alguém está pagando por essa energia”, disse.

O emedebista se reuniu nesta quarta (14) com o ministro de Minas e Energia, Moreira Franco. De acordo com Ibaneis, foi colocada à disposição do DF uma linha de financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) com juros baixos. “Quanto mais a gente levar condições para que as classes mais pobres possam pagar menos, vamos ter uma energia mais barata para a população de alta renda”, disse.

O emedebista afirmou que o futuro diretor-presidente da CEB Distribuidora, Wander Azevedo, entrará em contato com o ministério a fim de dar andamento às articulações. “Vamos colocá-lo em contato para que agilizem esses projetos, principalmente no Pôr do Sol, no Sol Nascente e demais áreas de baixa renda”, destacou.

 

Interbairros
No encontro com Moreira Franco, também entrou em pauta o projeto Interbairros, que prevê a construção de uma via expressa entre o Setor Policial Sul, no Plano Piloto, e Samambaia. A proposta prevê a alteração das linhas de transmissão. “Vim pedir um empenho no sentido de nos ajudar em relação à Aneel e à Furnas no que diz respeito à autorização para o aterramento dos cabos”, disse.

O emedebista afirmou que pretende iniciar as obras entre abril e maio e 2019. O aterramento tem custo previsto em R$ 500 milhões, mas de acordo com Ibaneis, a obra será bancada pela negociação dos terrenos ao redor da Interbairros. Atualmente, o empreendimento está em um processo de parceria público-privada na qual o consórcio vencedor poderá explorar os lotes ao longo da via.

“A autorização do ministério é fundamental porque ele é quem faz toda a regulação do sistema e o empenho nessa área”, concluiu Ibaneis.

Fonte: Metrópoles

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