“Empresas de SC apostam na energia solar para diminuir custos.”

Empresas de Santa Catarina estão apostando na energia solar para diminuir os custos de produção. o investimento nas placas solares tende a se tornar cada vez mais um bom negócio, principalmente para as empresas !

Redução de custos

Empilhadeiras, a câmara fria a menos 20ºC, as lâmpadas e as câmeras de uma rede de supermercados de Florianópolis são todas movidas a eletricidade. A energia elétrica é o segundo maior gasto da empresa, depois da folha de pagamento.

Por isso, eles resolveram investir na energia solar. “A empresa está buscando realmente uma forma de diminuir o impacto perante o meio ambiente e, ao mesmo tempo, também uma redução no custo da energia”, afirmou o diretor comercial do Hippo Supermercados, Josiano Saqueti.

Quanto às Placas

A laje do prédio virou uma usina. Foram instaladas mais de 400 placas chamadas fotovoltaicas. Cada uma tem algumas dezenas de plaquinhas menores. Elas são feitas principalmente de silício, metal abundante no planeta.

Quando a luz do sol entra em contato com o silício, os elétrons começam a se mexer e surge uma corrente elétrica, a mesma que anda pelos postes de luz.

As placas fotovoltaicas conseguem produzir energia só com a luminosidade do sol que passa pelas nuvens. A produtividade delas fica em 40% em relação a quanto elas produziriam em um dia de tempo aberto.

Se as placas não derem conta de todo o consumo, a energia das Centrais Elétricas de Santa Catarina (Celesc) entra para compensar. De noite, é a mesma coisa, quando a escuridão é total. Agora, a empresa só paga por essa energia que vem de vez em quando.

“Pelos cálculos, nós vamos ter uma economia de quase 100% da nossa despesa mensal com energia”, afirmou o diretor comercial.

O contrário também ocorre: quando o sol está forte e as placas produzem mais do que o consumo, a energia que sobra não tem como ficar armazenada. Por isso, ela se mistura à eletricidade da Celesc. Vai alimentar casas, empresas e indústrias que não têm o mesmo sistema. Na prática, a Celesc compra a energia, e o valor pode ser abatido da conta de luz em cinco anos.

fonte: G1

 

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